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Os Vingadores haviam sido mandados para Santa Fé, Fury havia feito um Briefing logo de manhã informando que seus agentes na noite anterior havia lhe mandando relatórios estranhos, informando que coisas estranhas estavam acontecendo, os agentes estavam passando informações dos testes…
Ainda estava confuso, fazia apenas algumas semanas que havia acordado no futuro, era estranho ver como o mundo tinha mudado, como tudo que eles achava ficção cientifica naquela época tinha virado “normal”.
Seu mundo, ou o mundo que conhecia tinha acabado, as pessoas que conhecia tinham partido.
Tal novo mundo era solitário, tudo que sabia desse mundo e do que aconteceu com seu mundo fora o que Fury tinha falado.
tanta coisa nova, tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo, mal tinha acordado e já tinha que lutar contra super-vilões.
Ser o Captain America tinha seus pesos, sua escolha tinha o peso.
Dentro do Quinjet, assim Stark tinha chamado, olhando o mundo passar pela janela e ver como mudou, como evoluiu.
Não era tempo pra isso, tinha que pensar na missão, algo estava acontecendo em Santa Fé, era por isso que estavam indo pra lá.
“Acham que é alguma coisa grave? Fury esta nos mandando pro precaução”Ainda tinha tanto a aprender.
Thor acomodou-se num dos assentos traseiros do veículo midgariano que o Homem de Ferro havia clamado como Quinjet, tentando pesar e medir sua insaciável gana de batalha e glória com a parcimônia e a honra que lhes davam sentido. Voltara a Midgar não apenas porque ali deixara bons amigos e a diplomacia entre os reinos bem se renderia de uma impressão melhor do que o incidente quando primeiro chegara ao plano mortal, mas também devido às suas necessidades de crescimento. Asgard era seu lar, seu abrigo no começo e ao final de tudo - portanto jamais se tornaria mais do que um cavalariço prepotente se não enfrentasse as provações além do que lhe era familiar.
De mais a mais, contudo, a energia estalando no ar lhe ecoava demais como aquilo que conhecia desde sempre. “Não creio que esta previsão seja acertada, Capitão América. As nuvens estão turbulentas, e Mjölnir não fala a mesma língua que elas.”
O antigo Thor já estaria voando por entre os cúmulos, brandindo o raio à procura da anomalia que devassava aquela área - o Thor de então gostaria de crer que havia mais honra na prudência do que na ganância por glória, por mais que os velhos cantos de batalha jamais parassem de retumbar sob seu elmo.
Não tinha como negar que estava um tanto irritado por ter sido mandado naquela missão, sem mais nem menos. Quem Reed achava que era? Só por que era o marido da irmã dele tinha que ficar mandando ele em missões e… Será que o objetivo dele era tirá-lo de cena pra fazer alguma coisa com sua irmã? Hm… Safado.
De qualquer forma, poderia ao menos ter escolhido mandá-lo numa missão “de verdade” e não uma só “por precaução”. Não dava nada por aquela missão, talvez nem achassem nada. Alias, não sabia nem exatamente pelo que estaria procurando quando chegasse lá.
“Relaxem, não deve ser nada…” Disse, se ajeitando mais no assento. “E mesmo se for alguma coisa, a gente acaba com isso num instante.”
Por muito tempo ele estava nas sombras aguardando. Toda aquela esperava irritava profundamente o deus do caos, mas para seus planos darem certo aquilo era um tanto necessário.
De qualquer forma não pode conter o sorriso sínico quando seu cajado enfim saiu de orbita caindo em Midgar, agora poderia mover as peças como havia planejado tão cuidadosamente. Com extremo prazer caminhava pelas ruas daquela cidade midgardiana afetada pela influencia energética de seu cajado. Todo aquele caos e ele ainda nem tinha movido um dedo sequer para interferir, melhor, contribuir para aquilo.
Enfim o local da queda, o mais devastado em toda a cidade sem dúvida alguma. Ele riu alto deixando aquele sentimento fluir enquanto observava tudo aquilo, ignorava tudo ao seu redor focando-se apenas no cajado e andando em direção a ela, seu olhos brilhavam só em pensar no que faria ao adquiri-lo quando sua atenção foi desfiada pelos instintos em proteger-se da onda de terra que vinha em sua direção.
Olhou irritado ao reconhecer Mjölnir voltando às mãos de seu dono, ele olhou e reconheceu a silhueta do grupo conforme essa ia se tornando mais nítida. Ele sorriu, as coisas saiam como havia planejado afinal os Avengers não o deixariam retomar o cajado de Jord as mãos tão facilmente.
-“Ora irmão, depois de tanto tempo é assim que me cumprimentas? Achei que vosso pai tivesse lhe ensinado boas maneiras, ou ainda não aprendeu nada com seus adoráveis midgardianos?” – ele riu com escárnio – “Achei que não viriam. E não queria me divertir sozinho.” – mostrou-se triste enquanto virava na direção dos heróis – “Mas aqui estão meu cumprimentos” – ele ergueu a mão e dois carros que estavam próximos a ele se ergueram junto, logo em seguida lançando os mesmo em direção aos heróis.
Malfadado o instante quando o herói flamejante proferira tão desmensuradas palavras - seu irmão estava muito aquém de ser ‘nada’. Ouviu o Homem de Ferro praguejar quando algo quase atingiu o transporte de que se valiam, e qual foi seu espanto em averiguar que o objeto que por pouco os alvejara era, indubitavelmente mesmo na distância, o cajado cuja posse Loki tomara em seu cisma.
“É um inimigo mágico que nos espera. Eu encontrar-vos-ei quando alcançarem terra firme,” informou, e a despeito dos protestos dos companheiros logo estava escancarando a saída que aqueles não dotados de voo usavam para seus ‘pára-quedas’ (ou como quer houvessem cunhado aquilo). Manter-se nos ares com todo o poder pulsando entre as nuvens não era a mais simples das tarefas, mas seu dever primeiro consistia em chegar antes dos outros até seu irmão - no seu interior bem sabia que não conseguiria nada de Loki, mas seria um covarde se não tentasse trazê-lo de volta a razão… ademais, criava uma chance para que o Quinjet fosse pousado em segurança.
“Loki! A que fim tu te ocupas disto?” bradou quando Mjölnir voltou do ataque de aviso que fizera à silhueta difusa do irmão. Os carros que se levantavam ao seu redor não o amedrontariam jamais; em contraponto à mera decisão de seu irmão de investir em uma luta tão fútil, que tinha o poder de fazer os cânticos de batalha ecoarem vazios em seu peito.
Quem seu irmão se tornara?
(via technologyismygame)
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flame—on: - “A que fim tu me perguntas?” – brandiu em fúria as palavras – “Nunca te foi claro os motivos que me movem....
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ghostofmycountry reblogou esta postagem de thecrackofthunder e acrescentou:
Aquilo era ridículo, Fury tinha mandado eles apenas pra uma checagem no local, e o que eles encontravam? Loki. O Deus do...
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thecrackofthunder reblogou esta postagem de technologyismygame e acrescentou:
flame—on: Malfadado o instante quando o herói flamejante proferira tão desmensuradas palavras - seu irmão estava muito...
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